Fotos raras do cérebro de Einstein revelam diferenças físicas significativas

 

Imagens do cérebro de Albert Einstein publicadas pelo site IO9 mostram que o nosso ilustre ícone histórico e super gênio, tem o cérebro diferente da média dos demais seres humanos e nós Detetives  da História trazemos breve informações sobre a descoberta.

 

Fotos raras do cérebro de Einstein revelam diferenças físicas significativas

 

Pesquisadores da Universidade Estadual da Flórida divulgaram nesta semana uma série de imagens raras que mostram como era o cérebro de Albert Einstein, considerado um dos maiores gênios que a humanidade já produziu. As 14 imagens revelam que havia diferenças físicas entre o cérebro de Einstein e o da média da população.

O córtex de Einstein é descrito pelos pesquisadores como “extraordinário” e os especialistas sugerem que o seu tamanho possa ter contribuído para as suas habilidades cognitivas. Outras anomalias identificadas podem ter servido de “base” para o êxito do seu trabalho. Entretanto, o fato de as diferenças físicas do cérebro impactarem em seu funcionamento ainda é motivo de estudo por parte da comunidade científica.

 

Fonte: IO9 e tecmundo.com

 

Por: DetetivesDaHistoria

 

Pesquisadores podem ter descoberto a cidade pré-histórica mais antiga da Europa

 

 

Pesquisadores podem ter descoberto a cidade pré-histórica mais antiga da Europa

 

De acordo com o The Telegraph, um grupo de arqueólogos acredita ter encontrado na Bulgária a cidade europeia mais “pré-histórica” já descoberta até agora, datando de aproximadamente 5 mil anos antes de Cristo, ou seja, antes mesmo do surgimento da antiga civilização grega.

 

Os arqueólogos descobriram o assentamento pré-histórico próximo à cidadezinha de Provadia, localizada nas imediações do resort Varna que fica às margens do Mar Negro. Entre as ruínas, os pesquisadores encontraram casas de dois pavimentos, muralhas que serviam de fortificação e partes de uma porta de entrada, e eles acreditam que a cidade contava com uma população de aproximadamente 350 pessoas.

 

Barras de sal

Segundo a publicação, os arqueólogos deduzem que o produto que movia a economia local era o sal, considerado tão valioso quanto o ouro na época. Conforme explicaram os pesquisadores, os residentes locais provavelmente ferviam a água salobra disponível na região para produzir barras de sal, que eram utilizadas como moeda de troca pelos habitantes.

Isso poderia explicar a grande quantidade de joias e objetos ritualísticos feitos de ouro encontrados na região, que formam uma incrível coleção de 3 mil itens considerada como um dos maiores tesouros antigos já encontrados no mundo.

 

Fonte: http://www.telegraph.co.uk e tecmundo.com

 

Por: DetetivesDaHistoria

 

A origem do Halloween

 

Em comemoração ao Dia das Bruxas, nós detetives decidimos fazer esta homenagem que conta um pouquinho de onde vem este feriado comemorado em muitas partes do mundo inclusive em muitas partes do Brasil, é um texto legal e que desperta curiosidade.

 

 

Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos, sendo que não existe ao certo referências precisas de onde surgiram essas celebrações.

A palavra Halloween tem origem na Igreja católica.
Vem de uma tradição contraída do dia 1 de novembro, o Dia de Todos os Santos, é um dia católico de observância em honra de santos.
Mas, no século V DC, na Irlanda Céltica, o verão oficialmente se concluía em 31 de outubro.
O feriado era Samhain, o Ano novo Céltico.
Alguns bruxos acreditam que a origem do nome vem da palavra hallowinas – nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia).

Mas os estudiosos dizem que a palavra Halloween surgiu da seguinte forma:

O nome é, na realidade, uma versão encurtada de “All Hallows’ Even”(Noite de Todos os Santos), a véspera do Dia de Todos os Santos (All Hallows’ Day).
“Hallow” é uma palavra do inglês antigo para “pessoa santa” e o dia de todas as “pessoas santas” é apenas um outro nome para Dia de Todos os Santos, o dia em que os católicos homenageiam todos os santos. Com o tempo, as pessoas passaram a se referir à Noite de Todos os Santos, “All Hallows’ Even”, como “Hallowe’en”, e mais tarde simplesmente “Halloween“.
O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano-novo.
Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis.

Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol.
Mas o que ficou mesmo foi o escocês Hallowe’en.
Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte.
Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos.

Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati).
Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram.
O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passou ser conhecido como o “Dia das Bruxas”.

 

Fonte: http://www.alemdaimaginacao.com

 

Por: DetetivesDaHistoria